Pé torto congênito fisioterapia

Pé torto congênito Fisioterapia: qual é a importância?

Pé torto congênito fisioterapia, você sabe qual é a importância? A verdade é que a grande maioria das pessoas sequer conhece esse problema.

Em suma, o pé torto é uma disfunção congênita, a qual vem se tornando cada vez mais comum de acontecer em recém-nascidos.

No entanto, no caso de se fazer o tratamento correto, desde o começo, é possível reverter esse problema. E o melhor de tudo é que não é algo tão complexo.

Pé torto congênito fisioterapia é um dos tratamentos, o qual pode ser vital para que a criança consiga obter a cura.

Inclusive, um dos grandes benefícios do tratamento é que muitas das sessões sequer precisam ir até uma clínica. Mesmo porque, como são alguns exercícios, é possível fazer em casa.

Sendo assim, evita ter que se preocupar em ter que se deslocar, o que oferece ainda mais praticidade para os pais e a criança.

E isso acontece em especial porque, ao manter a criança em casa, em um ambiente confortável, acaba surtindo ótimos efeitos para a melhora.

O que é PTC – Pé Torto Congênito?

Em suma, o PTC, também conhecido como pé torto congênito, nada mais é do que uma das deformidades congênitas que existem.

Ela acontece em bebês e, em relação a sua descoberta, ocorre apenas ao nascer. No entanto, não podemos deixar de citar que pode acometer um ou ambos os pés.

Ademais, trata-se de uma questão um tanto quanto complexa. E isso acontece porque é um problema que envolve os músculos, vasos sanguíneos, tendões e ossos.

No entanto, saiba que o PTC tem sim cura, desde que se inicie o tratamento o quanto antes. Se esse for o caso, acaba gerando ótimos resultados para a criança.

É claro que o pé torno congênito fisioterapia é um excelente tratamento, mas pode não ser o único. Como cada caso tem suas próprias questões, pode ser necessário cuidados adicionais.

Entretanto, a verdade é que na grande maioria dos casos gera grande sucesso, fazendo com que a criança possa voltar a caminhar normal, além de obter uma ótima qualidade de vida.

Pé torto congênito fisioterapia: quais são os principais sinais e sintomas do pé torto congênito?

Antes de falarmos sobre pé torto congênito fisioterapia, é interessante que você entenda um pouco mais sobre os principais sinais e sintomas desse problema.

E a verdade é que é possível identificar os sinais dessa deformidade já no pré-natal. Se esse for o caso, os pais já recebem a orientação de procurar o tratamento para a criança.

No entanto, há casos em que só se torna possível identificar esse problema logo que a criança nasce, o que faz com que os pais se apressem em procurar o tratamento.

Mas, sempre que se identifica, deve-se encaminhar os devidos procedimentos médicos para começar o tratamento.

De forma precoce, pode acontecer a manipulação dos pés das crianças com trocas de gessos em vários períodos, a fim de corrigir esse problema.

Assim que se faz o tratamento com as sessões de gesso, indica-se que os pais façam com que a criança use a órtese em tempo integral.

No entanto, a remoção deve ser feita aos poucos, até mesmo para evitar recidiva. Contudo, pode acontecer da deformidade não se corrigir por inteiro.

Se esse for o caso, o médico pode indicar a cirurgia. Mas, na grande maioria das vezes, cerca de 90 dias já é o suficiente para resultar no sucesso do tratamento.

Pé torto congênito fisioterapia: consequências do pé torto congênito

Infelizmente, no caso de não acontecer o tratamento dentro de um tempo hábil, o pé torto congênito pode sim deixar sequelas para o resto da vida da criança.

Ou seja, faz com que a criança fique com os pés tortos para sempre. E isso atrapalha o desenvolvimento da criança na questão de postura e caminhada, e poderá privá-la de ter uma vida normal.

Pé torto congênito fisioterapia: causas do pé torto congênito

Outra coisa que você deve saber antes de falarmos sobre o pé torto congênito fisioterapia, diz respeito às principais causas desse problema.

No entanto, a verdade é que não existem ainda respostas na ciência que relacionem as causas para esclarecer elas.

As mais comuns ditas são questões genéticas e de família. Há crianças que, sem motivo aparente, desenvolvem frouxidão nos ligamentos dos pés e ossos do quadril.

Pé torto congênito fisioterapia: fisioterapia e o pé torto congênito

Imediatamente, tão logo for identificado a doença, é encaminhado a recomendação fisioterapêutica. No momento do nascimento a criança está propícia a ter boa elasticidade dos ligamentos. Mas existe também uma facilidade de adaptação musculoesqueléticas de bebês, o que ajuda em muito a recuperação.

Lembrando que dependendo do caso, os resultados poderão variar. A fisioterapia sozinha não faz milagre, com isso, é necessário tratamento médico em conjunto. Ambas juntas irão resultar na correção da deformidade, tentando levá-lo ao padrão normal estético.

Os resultados buscados por ambos será o de promover uma mobilidade funcional, fazendo com que a criança inicie sua vida tão logo quanto for possível. Você poderá encontrar em clínicas as seguintes técnicas que irão auxiliar no processo:

  • Mobilização articular;
  • Liberação da fáscia plantar
  • Treino de marcha
  • Uso da órtese.

Como Eu Sei Se Meu Filho Precisa de Fisioterapia?

Caso a deformidade não for corrigida no pé do bebê em sua totalidade entre 6 a 12 semanas, a fisioterapia será encaminhada. Se faz necessário um exame cuidadoso no quadril da criança a fim de verificar deformidades.

Sabe-se que crianças entre 7 a 20 meses começam a andar, caso seu filho aparente estar com o pé dificultando o equilíbrio dele, procure ajuda médica. O médico irá diagnosticar e indicar a fisioterapia caso haja problemas quando a criança marcha.

Número de sessões de fisioterapia domiciliar

Geralmente o tratamento é rápido e muito eficaz se iniciado logo após o nascimento do bebê ou pós cirurgia se esta for necessária.

Em Quem o Pé Torto Congênito é Mais Comum?

A predominância deste tipo de deformidade é mais comum em crianças do sexo masculino na proporção de 2:1. Na população em geral, a incidência é de 6 1:1000 Nascidos Vivos. Em 60% dos casos ele ocorre em um só pé.

Existe também o padrão de possibilidade hereditária, e os gêmeos dizigóticos têm 4% de possibilidade de aparecimento e gêmeos monozigóticos têm 30% a mais de possibilidades de apresentar alguma deformidade.

O problema pode ocorrer com possibilidade aumentada em 20 vezes em casos de parentes de primeiro grau, porém, em parentes de segundo grau as chances caem para 6 vezes. O pé torto pode aparecer como deformidade isolada e acompanhada de outras malformações. E os principais grupos são:

Idiopático: Na grande maioria dos casos de pé torto congênito há a característica de rigidez com deformidades que não reduzem com manipulações. E o tratamento conservador tem pouca eficácia, podendo partir para cirurgia.

Teratológico: A artrogripose múltipla congênita e principalmente a mielomeningocele. Os pés são muito rígidos, dobras cutâneas e com pele lisa, sem pregas. Os índices de recidivas são altos mesmo com tratamento cirúrgico.

Postural: Conhecido como “Falso Pé Torto”, com o pé em posição de equinovaro. Não aparenta deformidade estrutural, sendo unilateral ou bilateral.

Sindrômico: Partindo de uma síndrome bastante definida como a bilateral.

Pé torto congênito fisioterapia: Diagnóstico

O diagnóstico do pé torto congênito é fácil para os profissionais capacitados. Pois os aspectos externos dos pés detêm uma característica específica. E as principais alterações básicas do PTC são as seguintes:

  • Eqüinismo de Retropé;
  • Varismo Acentuado do Calcâneo;
  • Varismo e Supinação do Antepé;
  • Cavo Plantar Acentuado.

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